<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <channel>
    <title>podcasts on Cláudia Ramos Monteiro</title>
    <link>https://claudiaramosmonteiro.com/blog/podcasts/</link>
    <description>Recent content in podcasts on Cláudia Ramos Monteiro</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>pt-pt</language>
    <copyright>Copyright © 2026, Cláudia Ramos Monteiro.</copyright>
    <lastBuildDate>Sat, 15 Jun 2024 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://claudiaramosmonteiro.com/blog/podcasts/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
    <item>
      <title>Ice in the desert</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/ice-in-the-desert/</link>
      <pubDate>Sat, 15 Jun 2024 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/ice-in-the-desert/</guid>
      <description>I just learned about ice-making in ancient Persia.1 In insulated ice-houses called yakhchāl, ice would form overnight in the winter along a shallow tunnel, then be harvested and placed at the bottom of a pit. The design of the building allowed it to keep through summer.
That ice could be made in the desert, with no electricity, made me think of the role of architects and engineers today pouring over the future with a long view of the past, merging ancient wisdom with modern technology to pull us from the greenhouse gas-emitting comforts of the 20th century to sustainable living in the 21st.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>In season</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/in-season/</link>
      <pubDate>Tue, 21 Mar 2023 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/in-season/</guid>
      <description>We went into it probably thinking too much about what we were not going to be able to have, you know? ‘Oh, my goodness. No strawberries in January.’ But when we changed our thinking and started every meal with the question, ‘What do we have? What’s in season? What do we have plenty of?’ — it became really a long exercise in gratitude.1
 Barbara Kingsolver and her family ate only locally-sourced food for a year, which meant following the seasons and slowing down to a time when lettuce or an orange would have been something you waited for, or a luxury.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Ask a fragment</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/ask-a-fragment/</link>
      <pubDate>Mon, 09 Nov 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/ask-a-fragment/</guid>
      <description>All of my Bible readings today turned to the idea of God both entering and transcending cultures.1 Every culture is a shard of a broken mirror; not a complete picture of humans, and therefore, not a complete picture of God either.
Take the way we deal with death. In Portugal, we bury our dead within a couple of days and are left with the paraphernalia of their existence: the glasses by the dresser, the notebooks on the table, shopping lists in magnets on the fridge; their gaze and gait frozen in photos.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Na corrida para vender o espaço</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/na-corrida-para-vender-o-espa%C3%A7o/</link>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/na-corrida-para-vender-o-espa%C3%A7o/</guid>
      <description>Este ano, o espaço foi despromovido de bem comum da humanidade para bem comercial de alguns. «A questão em 2020», diz um advogado em direito espacial,1 «já não é se é legal ou ilegal usar recursos do espaço», mas «como governar isto de forma sustentável» (no fundo, decidir as regras depois de dada a partida).
Um exemplo do uso como bem comercial: a Astrobotic, que vai dar boleia ao próximo rover da NASA até à lua, leva também, por uma módica quantia, recordações nossas para pousar na lua, como uma foto de família ou uma madeixa de cabelo.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Alguns curadores sobre trabalhar num museu</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/alguns-curadores-sobre-trabalhar-num-museu/</link>
      <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/alguns-curadores-sobre-trabalhar-num-museu/</guid>
      <description>Continuando a passagem por museus: o MoMA criou um documentário observacional em 2017, At the Museum, acerca do que significa «gerir um museu moderno». No primeiro episódio, «Shipping &amp;amp; Receiving», acompanhamos uma série de obras ao serem preparadas para envio para uma exibição em Paris, ao mesmo tempo que outras chegam ao museu. Implica verificar o estado das peças, reparar, limpar, embalar, desembalar, de forma meticulosa. (Pensem na descontração com que limpamos o pó às molduras ou abrimos uma encomenda: o princípio é igual, a abordagem é diferente.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Arte e ciência fundem-se em conservação</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/arte-e-ci%C3%AAncia-fundem-se-em-conserva%C3%A7%C3%A3o/</link>
      <pubDate>Fri, 27 Mar 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/arte-e-ci%C3%AAncia-fundem-se-em-conserva%C3%A7%C3%A3o/</guid>
      <description>Ao trabalhar em «The many deaths of a painting», um episódio de 2019 de 99 Percent Invisible (por coincidência, de 26 de março, quase precisamente há um ano), John Fecile, produtor do episódio, apaixonou-se por conservação. «Este emprego é o mais fixe de todos, não existe trabalho melhor do que este.»
O motivo do fascínio era a fusão de áreas de estudo tipicamente consideradas opostas, a arte e a ciência. Um conservador tem de, por um lado, pensar como um artista para perceber «o que o artista estava a tentar fazer»; por outro, recorrer a conhecimento, técnicas e ferramentas das ciências exatas para restaurar quadros.</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Jane Hirshfield e a ligação entre ciência e poesia</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/jane-hirshfield-e-a-liga%C3%A7%C3%A3o-entre-ci%C3%AAncia-e-poesia/</link>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/jane-hirshfield-e-a-liga%C3%A7%C3%A3o-entre-ci%C3%AAncia-e-poesia/</guid>
      <description>«A arte permite-nos fazer parte de uma comunidade, mesmo na solidão», disse a poeta e escritora Jane Hirshfield numa entrevista para o podcast Science Friday. A solidão que ela tinha em mente era precisamente a que estamos a viver coletivamente, ao sermos «forçados a distanciar-nos uns dos outros».
Quando a entrevista foi marcada para este episódio, «o mundo era um lugar muito diferente»: Hirshfield fora inicialmente convidada para falar sobre as mudanças climáticas e a ligação entre ciência e poesia (que o entrevistador, John Dankosky, considerou «uma ferramenta para observação tanto quanto a ciência»).</description>
    </item>
    
    <item>
      <title>Paciente zero</title>
      <link>https://claudiaramosmonteiro.com/paciente-zero/</link>
      <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://claudiaramosmonteiro.com/paciente-zero/</guid>
      <description>A melhor hipótese é a do corte do caçador (&amp;hellip;) Se tivéssemos de adivinhar, esse humano era provavelmente um bantu a viver muito perto da floresta ou na floresta no sudeste dos Camarões. Estava a caçar, talvez com arco e flecha, talvez com uma lança, e mata um chimpanzé.
Bingo. Tem agora um grande monte de carne, que começa a cortar: abre-lhe o peito, tira órgãos — e corta-se. (&amp;hellip;) O que acontece é que o vírus do sangue do chimpanzé se encontra num ambiente inesperado, estranho mas não demasiado diferente do ambiente bioquímico em que tinha estado antes.</description>
    </item>
    
  </channel>
</rss>
